A solidão
12/04/2008 — Felipe PereiraA solidão me faz postar novamente, depois de tanto tempo sem o fazer. E, claro, esse assunto não iria dar menos de 140 caracteres para postar no Twitter, então vai aqui mesmo. (A propósito, é a (L) solidão)
Pra variar, cansei de ficar na solidão. TODOS que eu conheço e que reclamavam que estavam encalhados se arrumaram. O único que ficou pra bisavô (sim, porque pra tio eu já fiquei há long time ago) fui eu, pra variar.
Diz o ditado que azar no amor, sorte no jogo. Só que… e o meu caso? Azar no amor, azar no jogo, azar em tudo.
Cansei dessa história de todo mundo falar “calma, vai aparecer a mulher da sua vida”, “você precisa esperar”. Ah vá cagar en el mato..
[Pausa para janta]
18h58
[Volta]
Então. Odeio esse sentimento de solidão. Odeio o fato de todos os meus amigos terem seus cobertores de orelha, e eu só ter o Buster mordendo meu pé (não que eu não goste do Buster. Amo ele, mas é apenas um elemento de comparação).
Mas aí me bate aquele anjinho do comercial da Fiat. Arrumar alguém agora só me traria mais problemas. E mais problemas agora só me levariam mais pro buraco. Aliás, explicando os problemas: como encontrar, como sustentar, e como compartilhar. Sim, porque o amor é um ato de compartilhar.
Sei lá. É uma situação que só me complica. E, enquanto isso, continuo nas sucessivas crises.
UPDATE 22h09 - Quando eu fico assim eu começo a ouvir músicas que sempre remetem à temas como “solidão”, “distante”, e afins.